Bitcoin nos Arquivos Epstein: por que o nome da criptomoeda aparece mais de 1.500 vezes nas investigações?
Documentos ligados ao caso Jeffrey Epstein citam Bitcoin centenas de vezes. Teorias conectam o financista ao submundo cripto e até ao mito de Satoshi Nakamoto.
Por Ian Guedes | 12 de fevereiro de 2026

Bitcoin nos Arquivos Epstein: quais as conexões ocultas entre o magnata criminoso e a criptomoeda?
O nome de Jeffrey Epstein continua surgindo em lugares inesperados. Entre voos secretos, listas de contatos poderosos e processos lacrados, um detalhe chamou a atenção de investigadores independentes: os documentos oficiais do caso registram 1.509 citações ao Bitcoin (BTC).
Por que uma criptomoeda descentralizada apareceria tantas vezes nos arquivos de um financista envolvido com tráfico sexual, chantagens e conexões políticas globais? Coincidência estatística… ou parte de uma engrenagem maior?
O que dizem os documentos
Relatórios, trocas de e-mails e registros financeiros mencionam o Bitcoin como possível meio de transferência internacional de valores, movimentação anônima e alternativa ao sistema bancário tradicional. Para investigadores, isso pode indicar tentativas de evitar rastreamento convencional.
Não há, até o momento, prova definitiva de que Epstein operasse carteiras cripto pessoalmente. Mas a frequência das menções levanta dúvidas sobre como elites financeiras podem ter usado blockchain para ocultar fluxos de dinheiro.
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A teoria mais ousada: Epstein seria Satoshi?
Nas redes sociais, a história ganhou contornos ainda mais conspiratórios. Alguns usuários passaram a sugerir que Epstein poderia ser o próprio Satoshi Nakamoto, o criador anônimo do Bitcoin.
A hipótese é frágil e carece de evidências técnicas. No entanto, ela se apoia em três pontos curiosos: o acesso de Epstein a círculos acadêmicos de elite, sua ligação com matemáticos e cientistas, e sua habilidade em estruturar redes financeiras complexas.
Ainda assim, especialistas lembram que não existe prova concreta ligando sua identidade ao desenvolvimento do protocolo Bitcoin. A teoria permanece no campo das especulações — mas ajuda a mostrar como o mistério ao redor de Satoshi alimenta narrativas paralelas.
Criptomoedas e o submundo financeiro
Casos como esse reacendem um debate antigo: o Bitcoin é ferramenta de liberdade ou instrumento para operações clandestinas? A resposta, provavelmente, é ambos. Assim como dinheiro em espécie, a tecnologia pode ser usada tanto para proteção quanto para ocultação.
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Independentemente da ligação direta com Epstein, o simples fato de o BTC aparecer tantas vezes em investigações criminais de alto nível reforça que o mundo cripto já está profundamente entrelaçado com o poder global.
Coincidência ou rastro digital?
Talvez nunca saibamos toda a extensão dessas conexões. Muitos documentos seguem sob sigilo, outros foram parcialmente redigidos. Mas cada nova liberação de arquivos reacende a pergunta: quantos segredos ainda estão escondidos na blockchain?
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